Canção do cisne ou "Canto do cisne" é uma referência a uma antiga crença de que o cisne-branco (Cygnus olor) é completamente mudo durante toda a sua vida, mas pode cantar uma bela e triste canção imediatamente antes de morrer. Entretanto, é sabido desde tempos remotos que esta crença é falsa; cisnes-brancos (também chamados de "cisnes-mudos") não são mudos durante a vida, produzindo grunhidos e assobios; e não cantam ao morrerem. Em particular, Plínio, o Velho refutou a crença no ano 77 em sua Naturalis Historia (livro 10, capítulo xxxii: olorum morte narratur flebilis cantus, falso, ut arbitror, aliquot experimentis, "observações mostram que a história do canto dos cisnes ao morrerem é falsa").
Não obstante, a lenda permaneceu através dos séculos e aparece em vários trabalhos artísticos.
Por extensão, canção do cisne ou "canto do cisne" tornou-se uma metáfora, referindo-se a uma aparição final teatral e dramática, ou qualquer trabalho final ou conclusão. Por exemplo, a coleção de canções de Franz Schubert, publicada no ano de sua morte, 1828, é conhecida como a Schwanengesang (que em alemão significa "canção do cisne"). Isto traz a conotação de que o compositor estava prevendo sua morte iminente e usando suas últimas forças em um magnífico trabalho final.
É engraçado que quando sentem a morte a chegar se põem num dinamismo aparente em nada condizente com a realidade, tentando talvez, enganar-se a si próprios de que não está chegada a hora.
Parecem-me ouvir cisnes a cantar, ou será a grunhir e assobiar??
Não, estão mudos, ainda assim estão mudos.
ASSINE A PETIÇÃO PARTIDOS SEM DIVIDAS AO ESTADO
É inadmissivel que alguém que se candidata a um cargo no Estado possa ser devedor desse mesmo Estado.
De facto, neste momento nada impede que alguém que tem dívidas ao Estado não possa vir a ocupar um lugar de destaque nesse mesmo Estado!
Com a proposta que aqui se apresenta, não só se estará a contribuir para a transparência dos partidos políticos bem como dos seus candidatos, mas também, para a transparência do próprio sistema democrático, na medida em que, aqueles que não respeitam o Estado ao ponto de não cumprirem com as obrigações que têm para com ele, ficarão impedidos de se poder integrar nessa mesma máquina do Estado.
Permite ainda que, os partidos demonstrem de forma inequivoca, o respeito pelas instituições do Estado e dos compromissos que têm para com o Estado que pretendem representar, funcionando de certa forma, como um seleccionador natural desses mesmos partido, na medida em que, afastará os incumpridores.
Ante o exposto, o grupo de cidadãos signatários vêm propor à Assembleia da República, que no uso dos poderes que lhe são conferidos, legisle:
- Que passe a ser obrigatório por lei que, os partidos políticos que pretendam apresentar candidaturas nas eleições (sejam elas quais forem) deverão aquando da formalização do processo de candidatura apresentar certidão negativa de dívidas perante a Segurança Social e o Fisco, bem como, apresentar declaração assinada sob compromisso de honra, por responsável do partido, atestanto da inexistência de quaisquer dívidas perante qualquer orgão do orgão do Estado, sob pena de ficarem impedidos de poder apresentar as referidas candidaturas.
- Que os candidatos que constem das listas desses mesmos partidos políticos, deverão ser obrigados a apresentar juntamente com o processo de candidatura, certidão negativa de dívidas perante o fisco, sob pena de ficarem impedidos de poderem integrar as mesmas.
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http://www.peticaopublica.com/?pi=divida
É inadmissivel que alguém que se candidata a um cargo no Estado possa ser devedor desse mesmo Estado.
De facto, neste momento nada impede que alguém que tem dívidas ao Estado não possa vir a ocupar um lugar de destaque nesse mesmo Estado!
Com a proposta que aqui se apresenta, não só se estará a contribuir para a transparência dos partidos políticos bem como dos seus candidatos, mas também, para a transparência do próprio sistema democrático, na medida em que, aqueles que não respeitam o Estado ao ponto de não cumprirem com as obrigações que têm para com ele, ficarão impedidos de se poder integrar nessa mesma máquina do Estado.
Permite ainda que, os partidos demonstrem de forma inequivoca, o respeito pelas instituições do Estado e dos compromissos que têm para com o Estado que pretendem representar, funcionando de certa forma, como um seleccionador natural desses mesmos partido, na medida em que, afastará os incumpridores.
Ante o exposto, o grupo de cidadãos signatários vêm propor à Assembleia da República, que no uso dos poderes que lhe são conferidos, legisle:
- Que passe a ser obrigatório por lei que, os partidos políticos que pretendam apresentar candidaturas nas eleições (sejam elas quais forem) deverão aquando da formalização do processo de candidatura apresentar certidão negativa de dívidas perante a Segurança Social e o Fisco, bem como, apresentar declaração assinada sob compromisso de honra, por responsável do partido, atestanto da inexistência de quaisquer dívidas perante qualquer orgão do orgão do Estado, sob pena de ficarem impedidos de poder apresentar as referidas candidaturas.
- Que os candidatos que constem das listas desses mesmos partidos políticos, deverão ser obrigados a apresentar juntamente com o processo de candidatura, certidão negativa de dívidas perante o fisco, sob pena de ficarem impedidos de poderem integrar as mesmas.
Fui sempre da opinião que a política e a religião não se devem misturar.
Desde logo porque, não seria justo para os actuais partidos políticos lutar contra quem já tem séculos de experiência nesta matéria...
Mas porque, tenho a percepção que se trata de uma mistura explosiva com fortes possibilidades de se descontrolar e terminar em excessos.
A história tem-nos, invariavelmente, provado isso.
Pelo que, quando vejo os chamados politicos a ir ao "beija mão" ou a praticar uns quaisquer actos em datas especificas para com isso tentarem ficar conotados com uma qualquer religião, seja ela qual for, é meio caminho andado para que não tenham o meu voto.
Para mim, a única coisa que demonstram é a total falta de ideias, porque caso contrário gastariam o seu tempo apresentando as mesmas (se bem que às vezes até é preferivel que não o façam), mas mais grave do que isso, alguém que descaradamente, sem quaisquer escrúpulos se tenta aproveitar da FÉ das pessoas (porque é isso que está em causa nas religiões), demonstra a sua total falta de ética, e como tal, que é capaz de qualquer coisa para atingir os seus objectivos.
Eu até consigo perceber que, esses políticos, ou porque antevendo a derrota, ou porque é o último reduto porque percebem que estão totalmente sós (ou as duas juntas), vejam na religião a sua saída.
Mas, desenganem-se, porque mesmo para quem acredita em milagres, não é preciso andar por cá há muito tempo para perceber que em política não há milagres.
Há isso sim, é o dia do Juízo Final, que é o dia das eleições em que a mão impiedosa do eleitores permite a ascenção aos "céus" (leia-se Assembleia da República) dos vencedores (ainda que temporariamente) e condena ao fogo do inferno (em alguns casos à humilhação e até talvez ao degredo) os derrotados.
E quanto a isso, não há santo nem santa que lhes valha...
http://ultimahora.publico.clix.pt/notici
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