Este pedido de Lopes da Mota foi comunicado ao Conselho Superior do Ministério Público pelo procurador-geral da República, não tendo sido explicada a fundamentação deste "incidente de suspeição".
É caso para dizer, que o incidente de suspeição é ele próprio suspeito!...
Este caso já roça os limites do ridiculo e do razoável.
Compreende-se que o governo tudo faça para a manutenção de Lopes da Mota à frente da Eurojust, não se compreende é que ele ainda lá se mantenha.
A sua manutenção não o credibiliza, não credibiliza a instituição que preside, nem o país.
A todos os níveis, lamentável.
Vejo-me obrigado a subscrever a exigência do CDS no que à demissão de Lopes da Mota diz respeito.