O presidente da Câmara de Oeiras, Isaltino Morais, considerou que a pena a que foi condenado foi decidida em função de "juízos valorativos", mas não explicitou quem teria interesse em fazer de si um "bode expiatório". Questionado, em conferência de imprensa, sobre a possibilidade de interromper o seu mandato afirmou "estar preparado para tudo".
Enquanto o acordão não transitar em julgado, mantém-se a presunção da inocência de Isaltino Morais relativamente aos crimes de que está acusado, pronunciado e, agora condenado em 1ª instância.
Esse é um direito processual que lhe assiste.
Agora, não tem o direito, nem lhe fica bem, proferir afirmações, senão mesmo acusações (já o havia feito esta semana relativamente a Marques Mendes) e não concretizar.