Autoridades iraquianas apresentam suposta confissão da autoria dos atentados em Bagdad ![]()
As autoridades iraquianas apresentaram hoje alegadas confissões de um alto responsável do partido de Saddam Hussein que se terá apresentado como o cérebro do atentado de sexta-feira contra o Ministério das Finanças em Bagdad.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) apelou hoje a que a comunidade internacional se prepare para uma possível segunda vaga de gripe A, como aconteceu em pandemias anteriores, sublinhando a necessidade de resolver a questão do fornecimento de vacinas contra o vírus H1N1, responsável pela doença.
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Portugal registou nas últimas 24 horas 177 novos casos de gripe A (H1N1), a maior parte dos quais em pessoas entre 21 e 30 anos, divulgou o Ministério da Saúde.
Primeiros casos de Gripe A H1N1 entre índios da Amazónia confirmados, receia-se um contágio muito rápido devido à ausência de imunidade contra doenças exteriores
Ministra da Saúde teve necessidade de se retractar publicamente das declarações que proferiu
FF - Tal como foi desde logo veementemente censurado por Politiké, as declarações da Ministra da Saúde mereceram o reparo de vários quadrantes da política, não só pela irresponsabilidade das mesmas mas, inclusivamente, pelo ignorância demonstrada.
Recorde-se, que a Ministra da Saúde afirmou peremptoriamente que não poderia fazer nada, não poderia agir criminalmente, o que como se veio a perceber, não é verdade.
Mas, mais grave do que isso, foi o facto de poder criar o pânico na sociedade portuguesa, podendo levar à permanente suspeição de tudo e de todos, perigando o surgimento de um estado de sitio Pidesco.
Certamente melhor aconselhada, teve necessidade de vir a público tentar explicar o que não tem explicação.
Lamentável, a todos os níveis lamentável.
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PGR analisa hipótese de investigar casos denunciados pela ministra
O Procurador-Geral da República analisa hoje a possibilidade de investigar os casos, denunciados pela ministra da Saúde, de pessoas que se recusam a cumprir as medidas de controlo da gripe A ou manifestam a intenção de propagar a doença.
Em causa pode estar o crime de propagação de doença contagiosa punida com uma pena entre 1 a 8 anos se for de forma deliberada e punível até cinco anos em caso de negligência.
FF - Depois da denúncia feita ontem pela Ministra da Saúde, tanto quanto se sabe, contra incertos (ainda que manifestasse ter conhecimento de casos concretos, e como tal, deveria identificá-los), a PGR fez o que lhe competia e que decorre da lei, analisar a hipotese de abrir um inquérito para aferir da prática do crime denunciado.
Tendo o caso sido denunciado pela referida Ministra, parece-me aconselhável que a PGR promova desde já pela respectiva inquirição para que esta diga o que sabe e que terá estado na origem das denúncias.
Sendo a Ministra em causa responsável pela área da saúde, já agora a PGR poderia aproveitar para a constituir arguida pela propagação de inúmeras doenças contagiosas que grassam pelos nossos hospitais fora!
Esta situação é ridicula e expõe ao ridiculo não só o governo como a própria PGR.
Querer alarmar a população com situações excepcionais, não é revelador de bom-senso, que é exigido a quem tem estas responsabilidades.
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A ministra da Saúde, Ana Jorge, criticou hoje em conferência de imprensa a existência de alguns "comportamentos anti-sociais" no contexto da gripe A (H1N1), dando o exemplo de uma mãe que disse que já que contagiaram a sua filha iria contagiar outras crianças.
"Não podemos ser polícias, não podemos prender as pessoas", disse a governante, acrescentando que houve pais que não cumpriram as regras de segurança, tendo havido "objectivo expresso de infectar outras crianças".
Acrescentou ainda que houve doentes adultos com suspeita de gripe que se recusaram a usar máscara por indicação de profissionais de saúde, sublinhando que existe "o dever de se protegerem e protegerem os outros".
FF - Estas afirmações são só por si graves e assumem maior gravidade quando proferidas por alguém com as responsabilidades que tem.
Perante um aumento alarmante e esperado dos números de casos infectados, a primeira reacção da ministra da saúde, é desresponsabilizar-se acusando tudo e todos.
Não é isto que se espera da ministra nem será certamente esta atitude que ajudará a prevenir ou a não criar situações de pânico na sociedade portuguesa.