A Associação de Socorros Mútuos Artística Vimaranense (ASMAV), promove debates com os principais cabeças de lista por Braga, nas eleições legislativas de 2009.
Diário do Minho 9/9/2009
Já se percebeu que está em curso um complô para prejudicar os pequenos partidos, ao serem afastados pela (ASMAV) dos debates.
Será que a ASMAV já decidiu quais vão ser os partidos que vão eleger deputados nas próximas eleições?
Ou, por outro lado, estão tão-só a constatar o óbvio e a ver o que toda a genta já viu????
Numa coisa estão efectivamente a ser injustos e insensiveis, ao afastar alguns "artistas" da política, quando necessitam (mais do que nunca) de socorro.
Ontem assistiu-se àquele que foi até agora, sem dúvida alguma, o melhor debate entre os lideres dos principais partidos candidatos.
Creio que não chocarei ninguém se afirmar que Manuela Ferreira Leite esteve muito bem, ao levar a cabo uma estratégia que desarmou completamente Louçã.
De facto, se bem repararam, MFL invariavelmente concordava com Louçã, acrescentando um "piqueno" ponto, os discordando "somente" quanto à forma.
Com isso, MFL esvaziou o discurso de Louçã que pretendia mostrar as diferenças de fundo relativamente ao PSD, e que foi para este debate com a intenção de captar o eleitorado do PSD que possa estar ainda indeciso.
MFL assumiu ainda, por diversas vezes, o papel de entrevistadora ao questionar directamente Louça sobre questões concretas, ou seja, pondo a nu as fragilidades das propostas do BE num tom de "professora primária".
Soberba a frase "eu sou a favor do casamento, mas não o imponho, o Louçã é contra o casamento e impôe-no).
Não deixa de ser curioso que Portas venha hoje dizer que o PSD vai ganhar as eleições!...
Avizinham-se tempos dificeis para José Sócrates...
PSD 1 - BE 0
A verdade na justiça, sempre foi algo muito subjectivo, desde logo porque está dependente da verdade que é permitida pelas normas processuais penais.
A determinados niveis, essa verdade passa a estar dependente de muitos condicionalismos.
Mas, há uma verdade incontornável que decorre desde logo da nossa Constituição, a da presunção da inocência até ao trânsito em julgado da decisão condenatória.
Sendo certo que, as armas da acusação devem (deveriam, por regra) ser cautelosamente usadas, para que as elevadissimas taxas de absolvições (que provocaram entretanto danos violentos nos visados) passassem a números mais comedidos, para salvaguarga da imagem da própria justiça.
Sócrates lá aceitou participar em debates com os restantes partidos com representação parlamentar, para além do PSD (ou seja, os que interessam, até porque os portugueses já foram muito castigados...)